Habitante da nossa costa, a moreia é um peixe fascinante e bastante curioso.
Encontra-se sobretudo em zonas rochosas onde captura essencialmente peixes e moluscos cefalópodes.
Ao se sentir ameaçada revela-se muito agressiva. A sua mordedura é perigosa e os ferimentos de difícil cicatrização, devido à quantidade de bactérias que possuem.
SF
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domingo, 16 de janeiro de 2011
sexta-feira, 19 de novembro de 2010
Peixe porco
Peixes muito curiosos, a sua captura nada tem de desportivo e meritório, pois trata-se de um animal muito ingénuo. Devido a este facto são frequentemente chacinados...
sábado, 17 de julho de 2010
A Culatra vai ter um recife artificial
O município de Faro vai levar a cabo a criação de um novo recife artificial a implantar ao largo da Ilha da Culatra. A assinatura do contrato de financiamento deste projeto tem lugar dia 19, integrada nas comemorações do aniversário da ilha.
Com um investimento de 1,2 milhões de euros, cofinanciado em 75% por Fundos Comunitários, o projeto tem como principal objetivo a criação de um recife artificial, através da colocação de 1050 módulos de betão de pequena dimensão, que vão ocupar uma área de cerca de 1 km2.
À semelhança de outros recifes artificiais já implantados com sucesso na costa algarvia, este novo recife vai contribuir para a valorização da faixa litoral frente à ilha, através da proteção de juvenis das espécies de peixes que ciclicamente migram da Ria Formosa para o mar, do aumento da produção biológica local e da promoção da biodiversidade marinha.
“Como resultado é expectável a diminuição dos custos de exploração das unidades de pesca local e o aumento dos seus rendimentos”, refere fonte da Autarquia de Faro em comunicado.
Fonte: Região Sul
A implantação de recifes artificiais ao longo da costa Algarvia, não é um dado novo.
Espanta em particular, os milhões de euros que são gastos para a criação de recifes, para em seguida a precária e insuficiente fiscalização permitirem a pesca à rede ilegal e a caça submarina com escafandro autónomo.
Valerá a pena?
SF
domingo, 2 de maio de 2010
Morreu segunda cria de lince Ibérico
O segundo bebé lince ibérico, que nasceu no mês de Abril no Centro Nacional de Reprodução do Lince Ibérico de Silves, morreu e estão em curso exames para apurar a causa da morte.
O Instituto de Conservação da Natureza e Biodiversidade (ICNB) adiantou que estão em curso "análises laboratoriais para apurar com exatidão a causa da morte das duas crias de lince ibérico nascidas dia 04 de abril no Centro Nacional de Reprodução do Lince-ibérico".
A primeira cria nascida em cativeiro em Portugal, uma fêmea, morreu dia 11 de abril, tendo resistido com vida sete dias.
Mais detalhes
Fonte: Lusa
SF
O Instituto de Conservação da Natureza e Biodiversidade (ICNB) adiantou que estão em curso "análises laboratoriais para apurar com exatidão a causa da morte das duas crias de lince ibérico nascidas dia 04 de abril no Centro Nacional de Reprodução do Lince-ibérico".
A primeira cria nascida em cativeiro em Portugal, uma fêmea, morreu dia 11 de abril, tendo resistido com vida sete dias.
Mais detalhes
Fonte: Lusa
SF
quarta-feira, 14 de abril de 2010
Morreu uma das duas primeiras crias de lince-ibérico
Origem da foto
No domingo, dia 11, morreu de "causa aguda" umas das primeiras crias de lince-ibérico nascidas em cativeiro no Centro Nacional de Reprodução do Lince Ibérico em Silves."As duas crias de lince ibérico estiveram sempre bem até domingo, dia em que uma delas morreu de causa aguda e de forma rápida", explicou Rodrigo Serra, o diretor do Centro Nacional de Reprodução do Lince Ibérico.
Segundo os resultados preliminares da autópsia realizada no Centro de Análises e Diagnóstico de Málaga (Espanha), entidade que costuma fazer as autópsias dos linces ibéricos que morrem em cativeiro, a cria, com uma semana de vida, "estava bem alimentada" e não recebeu maus tratos da progenitora, acrescentou aquele responsável.
Notícia: Agência de Notícias de Portugal, S.A.
SF
terça-feira, 13 de abril de 2010
Os dois primeiros filhotes de lince Ibérico em Portugal
No dia 6 de Abril nasceram as duas primeiras crias de lince ibérico no Centro Nacional de Reprodução do Lince-Ibérico, em Silves.
"Nasceram no domingo e são os dois primeiros nascidos em cativeiro desde que este programa foi criado. É uma boa notícia, e se tudo correr bem esperamos no futuro que estes e outros animais sejam libertados de forma a repovoarem a nossa natureza", afirmou a ministra do Ambiente, Dulce Pássaro.
SF
"Nasceram no domingo e são os dois primeiros nascidos em cativeiro desde que este programa foi criado. É uma boa notícia, e se tudo correr bem esperamos no futuro que estes e outros animais sejam libertados de forma a repovoarem a nossa natureza", afirmou a ministra do Ambiente, Dulce Pássaro.
Os dois linces são filhos da fêmea "Azahar" e do macho "Drago".
"Azahar", com cinco anos, foi o primeiro lince a chegar a Portugal, a 26 de Outubro de 2009, e nunca tinha sido mãe. ‘Drago’ chegou a Portugal a 17 de Novembro, proveniente do centro de La Olivilla, na Andaluzia.
SF
quarta-feira, 23 de dezembro de 2009
Chegam ao Algarve os dois últimos linces
Com a chegada ao Algarve, no dia 2 de Dezembro, dos machos ‘Éon’ e ‘Calabacin’, ficou concluída a primeira população de linces-ibéricos do Centro Nacional de Reprodução em Cativeiro, na Herdade das Santinhas, em Silves.
Os dois felinos, provenientes de La Olivilla, Espanha, juntam-se assim a ‘Azahar’ (a primeira a chegar, no dia 26 de Outubro), ‘Daman II’, ‘Erica’, ‘Ébano’, ‘Enebro’, ‘Espiga’, ‘Era’, ‘Fado’, ‘Fresco’, ‘Fresa’, ‘Fauno’, ‘Foco’, ‘Eucalipto’ e ‘Drago’. Ao todo, seis fêmeas e dez machos, que vão reproduzir-se e permitir a reintrodução em Portugal do felino mais ameaçado de extinção do Mundo.
“Este é o mais ibérico dos programas de conservação que temos. Não só estes animais vieram de Espanha como as crias que vierem a ser libertadas em Portugal serão de cá ou do país vizinho, pois estamos a trabalhar em rede e há uma comissão mista que decide em função da diversidade genética quais os animais que serão libertados em cada local”, disse ao CM o secretário de Estado do Ambiente, Humberto Rosa, que assistiu à chegada dos dois linces.
Para o governante, trata-se de “uma missão complexa e de grande responsabilidade”, cujo fim é, precisamente, a libertação dos linces na natureza, o que deverá ocorrer “dentro de três anos”, em “pelo menos uma zona”, que poderá ser o Vale do Guadiana, Moura/Barrancos ou a Serra da Malcata.
Nesse sentido, será feito um trabalho de sensibilização junto da população em geral e, em particular, dos agricultores, caçadores e engenheiros do ambiente.
Também presente na Herdade das Santinhas, a conselheira do Ambiente de Andaluzia, Cinta Castillo, sublinhou o “tremendo êxito do programa de reprodução em cativeiro que tem vindo a ser desenvolvido em Espanha, com crias que deverão ser libertadas muito em breve” e “a satisfação de Portugal ter também o lince vivo, após 30 anos de desaparecimento”.
CENTRO EM SILVES
O Instituto da Conservação da Natureza e a autarquia de Silves vão criar um Centro que permita à população ver os linces.
350 LINCES NO MUNDO
A população total de linces no Mundo está estimada em 350 exemplares.
*Texto extraído do site do Correio da Manhã da autoria de Ana Palma
quarta-feira, 28 de outubro de 2009
A esperança renasce
Mais de trinta anos após o desaparecimento do lince em Portugal, o dia 26 de Outubro constitui uma data histórica para a espécie.
Azahar (em árabe flor de laranjeira), uma linda fêmea, deu os seus primeiros passos no Centro Nacional de Reprodução em Cativeiro para o Lince-Ibérico (CNRCLI), num espaço de 800 m2 para si criados.
Origem da Foto: DN
Este exemplar é proveniente de Espanha, mais concretamente da serra Morena (Andaluzia), onde foi capturada em Janeiro de 2006.
"Estava muito magra e tinha uma vértebra fracturada", conta Iñigo Sanchez, conservador do Zoobotânico. Foi tratada e escolhida para recuperar os linces-ibéricos em Portugal. Espera-se que consiga engravidar, pois até agora estava num meio urbano e stressante que se pensa que impediu a procriação. Azahar percorreu mais de 350 quilómetros desde o Zoobotânico de Jerez de La Frontera (Espanha) até ao centro, localizado junto à barragem de Odelouca (Concelho de Silves). O percurso foi efectuado lentamente para evitar assustar o animal, tendo direito a batedores da polícia.Todos os pormenores foram meticulosamente tidos em conta. Maria José Coca, a sua tratadora, muito dificilmente conseguiu conter as lágrimas no momento da partida.
O CNRCI está localizado em plena serra algarvia, longe dos olhares indiscretos.
Azahar vai ser monitorizada a tempo inteiro por câmaras de vídeo, com o mínimo contacto possível com os seus tratadores. Vai esperar por dez machos e seis fêmeas que chegarão até dia 1 de Dezembro.
O presidente do ICNB esclareceu que trabalham há dez anos a criar habitats e coelhos-bravos, para que estejam reunidas as condições para o regresso da espécie a Portugal.
Em Espanha, conseguiram-se obter cerca de 50 crias em cativeiro, desde que se deu início a um projecto semelhante. Espera-se que em Portugal o sucesso seja idêntico.
"No futuro, a área de introdução vai desde a Beira Alta até ao Algarve", explicou Rodrigo Serra, director do CNRCLI. Dependendo da adaptação e das condições naturais, espera-se que dentro de dois a três anos os linces estejam reintegrados no meio natural. Só nessa altura será possível ver o lince-ibérico, porque até lá não há visitas.
Para o sucesso deste projecto serão vitais as seguintes medidas:
-introdução massiva de coelhos-bravos (alimento preferencial do lince);
-preservação de habitats através de medidas duras e eficazes;
-formação adequada de todos os habitantes do interior, explicando o porquê da necessidade deste felino na natureza;
-monitorização dos exemplares introduzidos posteriormente na natureza;
-implementação de penas pesadíssimas a todos os que de modo voluntário desencadeiem acções que ponham em causa a integridade de exemplares da espécie (é sobejamente conhecida por todos a atitude da maioria dos caçadores portugueses);
- prémios e ou benefícios muito significativos para todos os gestores de coutos/zonas de caça que fomentem a preservação da espécie, nas suas áreas;
-definição de medidas que permitam diminuír ou mesmo eliminar os riscos de morte por atropelamento (principal causa de morte);
-promoção da espécie junto dos mais jovens (nas escolas), pois estes desempenharão um importante papel no futuro.
As ameaças que pairam sobre o sucesso da reabilitação deste felino são muitas e a tarefa do ICNB/CNRCI, é deveras difícil.
O rosto da esperança
Todas as medidas que possam ser decisivas para o regresso do lince a Portugal, contam incondicionalmente com a minha admiração e o meu apoio. A todos os intervenientes, desejo as maiores felicidades e êxito, pois nas suas mãos reside o futuro da espécie em Portugal e no mundo.
Um bem hajam!
S. Ferreira
segunda-feira, 28 de setembro de 2009
terça-feira, 10 de março de 2009
O achigã, essa espécie a abater
Dedicado ao ICNB e às mentes "iluminadas" que fazem parte deste organismo:
domingo, 18 de maio de 2008
Ataque de tubarão branco à superfície
O vídeo é velhote, mas as imagens são sempre impressionantes...
S. Ferreira
S. Ferreira
sábado, 29 de março de 2008
Os últimos refúgios
Com a crescente divulgação do spinning de mar no nosso país, esta técnica está na moda e são raras as pessoas que não ouviram falar nela.
Trata-se de uma pesca muito técnica, destinada à captura de exemplares de grande porte.
Estes exemplares (como refere um grande amigo meu), são na sua maioria reprodutores que pouco eram tocados pela pesca à rede.
Nos próximos anos, com a referida divulgação da modalidade, assistiremos a uma pressão de pesca imensa centrada nestes grandes exemplares, que conduzirá inevitavelmente a uma diminuição significativa destas populações.
De futuro terão que ser adoptadas medidas de conservação, que poderão passar pelo estabelecimento de limites diários e de medidas mínimas/máximas de captura.
Enquanto isso não acontece, os nossos portos constituem os últimos santuários/refúgios destes predadores de grande porte. Nestes ambientes em que a pesca é proibida, os grandes robalos sobrevivem e crescem sabendo que não possuem muitos inimigos naturais (com excepção das lontras marinhas presentes em alguns portos).
Apresento de seguida algumas fotos de grandes robalos, misturados com muges.
Trata-se de uma pesca muito técnica, destinada à captura de exemplares de grande porte.
Estes exemplares (como refere um grande amigo meu), são na sua maioria reprodutores que pouco eram tocados pela pesca à rede.
Nos próximos anos, com a referida divulgação da modalidade, assistiremos a uma pressão de pesca imensa centrada nestes grandes exemplares, que conduzirá inevitavelmente a uma diminuição significativa destas populações.
De futuro terão que ser adoptadas medidas de conservação, que poderão passar pelo estabelecimento de limites diários e de medidas mínimas/máximas de captura.
Enquanto isso não acontece, os nossos portos constituem os últimos santuários/refúgios destes predadores de grande porte. Nestes ambientes em que a pesca é proibida, os grandes robalos sobrevivem e crescem sabendo que não possuem muitos inimigos naturais (com excepção das lontras marinhas presentes em alguns portos).
Apresento de seguida algumas fotos de grandes robalos, misturados com muges.
Robalo no centro do cardume de tainhas:
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