sexta-feira, 25 de janeiro de 2008

A importância das argolas das amostras

No spinning, e na pesca de algumas espécies, há um pormenor muitas vezes descurado pelo principiante ou pelos indivíduos menos atentos: as argolas que ligam as amostras aos triplos.

No nosso país encontram-se à venda modelos de amostras/cores que foram criados originalmente para peixes de água doce (freshwater). As argolas destes caracterizam-se por ser menos robustas e resistentes. Face a situações extremas ou com certos peixes mais potentes, paga-se a factura: perdemos o exemplar devido à abertura total das argolas, ou então este transforma as argolas em biscoitos (ver próxima foto).


As argolas devem ser sempre proporcionais ao fim a que se destinam.


S. Ferreira

2 comentários:

Sargus disse...

Viva Sérgio, sim é uma verdade absoluta, as argolas fixadoras das fateixas às artificiais por vezes abrem de uma forma incrível, já vi uma artificial de um amigo que um robalo de 4 kg abriu as duas literalmente foi uma sorte tê-lo apanhado porque se ferrou nas duas fateixas se fosse só numa adeus.

Creio que esse facto acontece também em artificiais de baixo preço, já que os componentes não são de qualidade.

Mas se estivermos contra as meninas anchovas o que acontece?!...

Abraço.

S. Ferreira disse...

No mês de Dezembro, aconteceu-me uma desse tipo. Com uma ss ferrei um que me partiu uma das argolas. Infelizmente para ele, a amostra em questão tem três triplos e acabou por continuar preso num dos restantes.
Algumas cores que utilizamos são destinadas a freshwater e se reparares as argolas são bastante débeis. O mesmo se passa com as luckycraft, se comparares as argolas das aurora black (providas de anzóis escuros), com uma amostra zebra sardine (com anzóis de mar).
As anchovas são bem mais destruidoras e não se ficam apenas por abrir as argolas. Entortam, partem anzóis e já vi mesmo amostras cortadas...
É uma pesca mais abrutalhada.

Um abraço,